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Relatório das Nações Unidas aponta desigualdade de gêneros em relação a salários e carreiras

By Marcelo Paradella Leave a Comment maio 15 0

O relatório Progress of the World’s Women 2015-2016, publicado pelas Nações Unidas em 27 de abril último, revelou que as mulheres recebem apenas 3/4 dos valores que os trabalhadores masculinos ganham, ao mesmo tempo em que realizam 2,5 vezes a mais de trabalhos domésticos.

Além de recomendar políticas sociais e econômicas incisivas em âmbito global, o estudo aponta também que as mulheres no Sul da Ásia são as que têm o maior gap em relação a pagamentos (uma média de 33%), enquanto aquelas que vivem no Oriente Médio e no Norte da África têm o menor (média de 14%).

Outros dados constatados pela ONU foram a estagnação, desde 1990, da participação de mulheres na força de trabalho e o posicionamento dos postos de trabalho, onde 63% de funções religiosas e de apoio, bem como 55% de postos de venda, são compostos por mulheres, mas apenas 33% de posições em gerenciamento são lideradas por representantes do sexo feminino.

Em relação a trabalhos domésticos, o relatório aponta que as mulheres realizam 2,5 vezes tarefas a mais do que os homens e que, ao se combinar trabalhos pagos e não-pagos, as mulheres em quase todos os países trabalham mais horas por dia do que o sexo masculino.

Em países em desenvolvimento, apenas 8% das mulheres que trabalham e têm ao menos uma criança abaixo dos seis anos de idade conseguem serviços de creche ou ajuda doméstica (que não seja de membros da família) para tomar conta dos filhos.

O braço da ONU focado nessas questões, UN Women, apresentou uma série de sugestões buscando combater a desigualdade de gêneros, desde a disponibilização de licenças-maternidade e paternidade a todos os trabalhadores, até cotas para mulheres em determinadas indústrias e o incentivo ao estudo de matemática, ciência e engenharia.

O relatório destacou que existem falhas no que concerne à proteção dos direitos femininos. Embora quase todos os países sejam signatários da convenção da ONU para eliminar a discriminação contra as mulheres, muitos ainda retêm “reservas” oficiais, incluindo 26 países que se utilizaram desse argumento no que tange a direitos relacionados a casamentos e famílias.

Também é citado que, em um universo de países que disponibilizam dados sobre o assunto, 73% aprovaram leis sobre violência doméstica.
http://www.smh.com.au/federal-politics/political-news/women-still-way-behind-on-pay-career-and-help-un-report-20150427-1mtrok.html

http://progress.unwomen.org/en/2015/

Pesquisa cita Brasil como país com menor proporção de membros femininos do CFA

By Marcelo Paradella Leave a Comment mar 24 0

A agência de notícias e de análise financeira Bloomberg lançou recentemente seu ranking de Melhores e Piores, composto de dados analisados e organizados conforme grupos de interesse para investimentos, mostrando tendências e comportamentos nas áreas de negócios, estilo de vida, finanças e políticas, entre outros.

Entre as categorias apresentadas que analisam a performance de países, o Brasil ficou em primeiro lugar no quesito Países com Menor Proporção de Mulheres em Capítulos de CFA. O resultado da pesquisa apontou que o país possui uma proporção de 11.48, isto é, quase 11,5 membros masculinos para cada mulher nas sociedades CFA brasileiras, ficando à frente de países como Japão, Índia, Kuwait, Emirados Árabes Unidos e Bahrein.

De acordo com esses dados, o Brasil possui apenas 8,02% de mulheres participantes, número que contrasta com os 39,72% da Romênia, 38,69% das Filipinas e 32,10% da Malásia

CFA Institute
Os capítulos do Chartered Financial Analyst (CFA) Institute são parte de uma iniciativa baseada nos EUA que busca a excelência entre profissionais de investimento e finanças, exigindo de seus membros 4 anos de experiência qualificada, sucesso em 3 exames aplicados pela instituição (cada um com 6 horas), participação do membro em um capítulo local da sociedade e adesão ao Código de Ética e Conduta Profissional.

Fonte: Bloomberg

Estudo aponta obstáculos que mulheres enfrentam para conseguir cargos de liderança

By Marcelo Paradella Leave a Comment fev 25 0

Um dos grandes problemas que as mulheres enfrentam no mercado em relação a empregos de liderança consiste na existência de barreiras que contradizem as declarações de aceitação social que grande parte do público professa.

Em recente estudo divulgado pelo Pew Research Center, foi constatado que a maioria dos pesquisados coloca que as mulheres são tão capazes em cargos de liderança política e empresarial quanto os homens, estendendo a comparação para qualidades como inteligência e capacidade de inovação. Os mesmos entrevistados citaram ainda a superioridade feminina em termos de compaixão e organização.

Porém, o fato é que existe ainda uma discrepância em termos de igualdade de gêneros em cargos de chefia, tanto na arena pública quanto na privada.

De acordo com as respostas das pesquisas, o problema não reside em supostas incapacidades ou nas responsabilidades familiares. Para 43% dos participantes, a causa desta baixa representatividade feminina está em dois fatores:
1) a relutância de eleitores e líderes empresariais de colocar mulheres em posição de destaque;
2) a cobrança exagerada, fazendo com que mulheres nestes cargos tenham que realizar mais do que membros do sexo masculino.

A influência desses dois comportamentos que, vale lembrar, baseiam-se em concepções pré-estabelecidas de empregadores e potenciais eleitores do que em deméritos advindos do gênero, chega mesmo a gerar uma cisma entre aqueles que acreditam que cargos de liderança em empresas continuarão a ser majoritariamente de homens (53%) e aqueles que apostam num futuro onde essa diferença não mais exista (44%).

Sobre a questão de gerar um filho e se isso atrapalha na carreira, 36% acreditam que as mulheres devam conceber bem cedo, 40% acham que devam esperar até estarem bem estabelecidas e mais de 1/5 (22%) disseram que a melhor opção seria a de não ter filhos.

É importante também observar que para os entrevistados, embora no geral coloquem que não distinguem diferenças entre homens e mulheres em diversas qualidade citadas, comprometimento e honestidade são características mais relacionadas ao sexo feminino (34%), enquanto a disposição de correr riscos é a única que se destaca entre pessoas do sexo masculino (mesmo assim com apenas 18% para os homens e 7% para as mulheres).

O estudo do Pew Research Center foi realizado com mais de 1800 entrevistados online residentes nos EUA entre os dias 12 e 21 de novembro de 2014. O relatório completo pode ser conferido em www.pewsocialtrends.org/2015/01/14/women-and-leadership.

Startup auxilia mulheres a conquistarem vagas de emprego no Vale do Silício

By Marcelo Paradella Leave a Comment fev 25 0

Meio notoriamente conhecido por apresentar uma grande disparidade entre a quantidade de trabalhadores do sexo masculino e feminino, as indústrias de tecnologia do Vale do Silício estão atuando para modificar esse panorama.
Um dos problemas enfrentados é conseguir mão de obra qualificada com experiência (tendo em vista o alto número de funcionários masculinos que dominam o mercado local) e que possuam tempo disponível. Muitas das pretendentes aos cargos, por exemplo, são mães que desejam poder se dedicar também à educação de seus filhos.
Atualmente, a aposta de várias empresas para solucionar alguns desses entraves está na contratação remota, permitindo às novas funcionárias a possibilidade de executar suas funções no regime de home office. Para auxiliar candidatas a conseguir postos em companhias de tecnologia, Katharine Zaleski e Milena Berry fundaram a empresa PowerToFly, startup de recrutamento que realiza o coaching e posicionamento de aplicantes interessadas.
Para Zaleski, existe um grande potencial para a contratação de mulheres com expertise em tecnologia. “Elas existem, mas a grande questão aqui é: se as empresas desejam contratar mais funcionárias, então é necessária uma mudança de comportamento por parte dessas corporações”, coloca.
Partindo desse princípio, a PowerToFly, que passou a operar totalmente a partir de agosto de 2014, foi capaz de posicionar em 4 meses mais de 50 candidatas provenientes de diversos locais do planeta, como Egito, Romênia e mesmo estados americanos da Costa Leste, em companhias do hub de tecnologia e inovação californiano, como BuzzFeed, Hearst e startups como RebelMouse e Skillcrush.
As empreendedoras alertam que é fundamental para as grandes empresas de tecnologia abraçar o conceito de trabalho remoto, especialmente se desejam contratar mais pessoas do sexo feminino. “As mulheres passam dez anos trabalhando duro para adquirir experiência e então precisam encarar uma jornada de 12 horas por dia ou então desistirem. Por que não um meio-termo”, questiona Zaleski. “Gasta-se muito tempo tentando motivar pessoas de vinte anos, realizando happy hours, tendo cuidado com egos. Mães que trabalham não ligam para isso, elas apenas chegam, trabalham e vão embora”, explica.
Dicas funcionais
As fundadoras da PowerToFly listaram uma série de dicas para trabalhadoras e contratantes visando uma relação mais harmônica entre as partes.
Trabalhadoras
* Sempre comunique o que está fazendo. Supervisores vão demonstrar maior confiança se não tiverem que se preocupar com o seu desempenho. Termine sempre o dia com uma nota relatando o que foi feito e o que será seu foco no dia seguinte;
* Agende um tempo para videoconferências com seu supervisor;
* Aumente o tom da mídia de contato, não da mensagem. Quando precisar entrar em contato com seu empregador e ele não responder seu e-mail, tente o Skype e, só depois, o telefone. E nunca soe frustrada.
Empresas
* Contrate com cuidado. Não acerte com uma candidata se não está convencida de sua automotivação, pois será motivo de preocupação e monitoramento constantes;
* Designe um parceiro de trabalho que atue no escritório, dessa forma ela terá um companheiro – e não apenas o chefe – para se relacionar;
* Faça um reality check. Trabalhadores remotos têm a tendência de se sentirem pressionados a produzir para demonstrarem que não estão folgando. Certifique-se de que suas contratadas não estão extrapolando sua carga de trabalho.
www.fastcompany.com/3038428/the-way-to-close-techs-gender-gap

Estudo mostra que hábitos saudáveis são primordiais para evitar problemas cardíacos

By Marcelo Paradella Leave a Comment jan 28 0

Um recente estudo, desenvolvido pelos pesquisadores Andrea K. Chomistek, Stephanie E. Chiuve, Heather Eliassen, Kenneth J. Mukamal, Walter C. Willett e Eric B. Rimm e publicado pela American College of Cardiology, revelou que até 75% dos ataques cardíacos em mulheres jovens poderiam ser prevenidos com hábitos mais saudáveis.

A pesquisa, que foi realizada entre os anos de 1991 e 2011, envolveu cerca de 90 mil mulheres com idades entre 27 a 44 anos.

Para os métodos da análise, foram definidos seis aspectos que categorizam uma pessoa com estilo de vida teoricamente saudável:
1) não-fumante;
2) possuidora de um Índice de Massa Corporal (IMC) normal – entre 18,5 a 24,9;
3) praticante de atividade física por, no mínimo, 2,5 horas por semana;
4) espectadora de tv por, no máximo, 7 horas semanais;
5) consumidora de apenas uma dose de bebida alcóolica por dia (0,1 a 14,9g);
6) possuidora de uma dieta rica em vegetais e grãos integrais e com pouca carne vermelha, grãos refinados e açúcar.

Durante os 20 anos de estudo, foi verificado que 73% dos casos coronários ocorriam em mulheres com pouca ou nenhuma adequação a práticas saudáveis. Além disso, os pesquisadores notaram que, nos casos em que foram seguidos os seis tópicos definidos, o risco de um ataque cardíaco era 92% menor em relação a pessoas que não praticaram nenhum. Na mesma comparação, também foi possível notar que o desenvolvimento de um fator de risco (diabetes do tipo 2, pressão alta ou colesterol alto) também eram reduzidos em 66%.

A pesquisa mostrou também que mesmo as mulheres que praticavam apenas 4 dos 6 aspectos investigados exibiram um risco muito menor de desenvolver doenças cardíacas do que as não-praticantes.

Para os cientistas envolvidos com essa pesquisa, os resultados mostram a necessidade de que as mulheres passem a desenvolver esse hábitos como uma forma de se prevenir doenças futuras.

(Fonte: Live Science e American College of Cardiology Foundation)

http://content.onlinejacc.org/article.aspx?articleID=2087921

http://content.onlinejacc.org/article.aspx?articleID=2087922

http://www.livescience.com/49323-lifestyle-women-heart-attack.html

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