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Estudos mostram que falta de diversidade é realidade no Vale do Silício

By admin Leave a Comment mar 16 0

Por Nathália Urban

As empresas de tecnologia do famoso Vale do Sílicio, nos Estados Unidos, estão  sofrendo com a falta de diversidade entre seus funcionários.

Conforme pesquisas das grandes empresas localizadas no Vale do Silício, a maioria dos profissionais que trabalham na indústria de tecnologia são do sexo masculino (cerca de 70%) e de cor branca (perto de 60%).

A pouca presença de mulheres é ainda mais triste quando se trata de funções técnicas nas próprias empresas de tecnologia instaladas na região. Apesar das mulheres serem metade da população, elas  representam apenas pouco mais de 20% dos funcionários dessas companhias.

Para tentar diminuir essa tremenda disparidade de gêneros, algumas empresas têm implementado programas de incentivo ao sexo feminino.

A Salesforce, empresa mais conhecida por ter criado o software de gestão de relacionamento com o cliente que leva seu nome, é a maior empregadora do setor de tecnologia  na cidade de São Francisco. Seu programa interno chamado “Women Surge” tem ampliado a participação das mulheres no negócio e ele foi desenvolvido para identificar entre as funcionárias quem tem real potencial de atuação executiva, facilitando a inclusão dessas mulheres nos temas mais importantes em discussão na empresa.

O CEO do Salesforce, Marc Benioff, disse em sua palestra no Lesbians Who Tech Summit, realizado no final de fevereiro último em São Francisco, que tem como meta convidar todos seus gerentes e diretores a levarem mulheres para todas as reuniões da empresa. E confessa que tem uma meta: “Nossas reuniões deverão incluir de 30% a 50% de mulheres”.

De acordo com os números do estudo realizado pela própria empresa sobre diversidade, a realidade do Salesforce está no patamar das demais companhias da região como Yahoo, Google e Facebook. Até o mês de junho de 2014, os homens representavam cerca de 70% do conjunto de funcionários, e desses, 85% estavam em funções de liderança, ao mesmo tempo em que 80% deles atuavam com desenvolvimento tecnológico.

 

Startup auxilia mulheres a conquistarem vagas de emprego no Vale do Silício

By Marcelo Paradella Leave a Comment fev 25 0

Meio notoriamente conhecido por apresentar uma grande disparidade entre a quantidade de trabalhadores do sexo masculino e feminino, as indústrias de tecnologia do Vale do Silício estão atuando para modificar esse panorama.
Um dos problemas enfrentados é conseguir mão de obra qualificada com experiência (tendo em vista o alto número de funcionários masculinos que dominam o mercado local) e que possuam tempo disponível. Muitas das pretendentes aos cargos, por exemplo, são mães que desejam poder se dedicar também à educação de seus filhos.
Atualmente, a aposta de várias empresas para solucionar alguns desses entraves está na contratação remota, permitindo às novas funcionárias a possibilidade de executar suas funções no regime de home office. Para auxiliar candidatas a conseguir postos em companhias de tecnologia, Katharine Zaleski e Milena Berry fundaram a empresa PowerToFly, startup de recrutamento que realiza o coaching e posicionamento de aplicantes interessadas.
Para Zaleski, existe um grande potencial para a contratação de mulheres com expertise em tecnologia. “Elas existem, mas a grande questão aqui é: se as empresas desejam contratar mais funcionárias, então é necessária uma mudança de comportamento por parte dessas corporações”, coloca.
Partindo desse princípio, a PowerToFly, que passou a operar totalmente a partir de agosto de 2014, foi capaz de posicionar em 4 meses mais de 50 candidatas provenientes de diversos locais do planeta, como Egito, Romênia e mesmo estados americanos da Costa Leste, em companhias do hub de tecnologia e inovação californiano, como BuzzFeed, Hearst e startups como RebelMouse e Skillcrush.
As empreendedoras alertam que é fundamental para as grandes empresas de tecnologia abraçar o conceito de trabalho remoto, especialmente se desejam contratar mais pessoas do sexo feminino. “As mulheres passam dez anos trabalhando duro para adquirir experiência e então precisam encarar uma jornada de 12 horas por dia ou então desistirem. Por que não um meio-termo”, questiona Zaleski. “Gasta-se muito tempo tentando motivar pessoas de vinte anos, realizando happy hours, tendo cuidado com egos. Mães que trabalham não ligam para isso, elas apenas chegam, trabalham e vão embora”, explica.
Dicas funcionais
As fundadoras da PowerToFly listaram uma série de dicas para trabalhadoras e contratantes visando uma relação mais harmônica entre as partes.
Trabalhadoras
* Sempre comunique o que está fazendo. Supervisores vão demonstrar maior confiança se não tiverem que se preocupar com o seu desempenho. Termine sempre o dia com uma nota relatando o que foi feito e o que será seu foco no dia seguinte;
* Agende um tempo para videoconferências com seu supervisor;
* Aumente o tom da mídia de contato, não da mensagem. Quando precisar entrar em contato com seu empregador e ele não responder seu e-mail, tente o Skype e, só depois, o telefone. E nunca soe frustrada.
Empresas
* Contrate com cuidado. Não acerte com uma candidata se não está convencida de sua automotivação, pois será motivo de preocupação e monitoramento constantes;
* Designe um parceiro de trabalho que atue no escritório, dessa forma ela terá um companheiro – e não apenas o chefe – para se relacionar;
* Faça um reality check. Trabalhadores remotos têm a tendência de se sentirem pressionados a produzir para demonstrarem que não estão folgando. Certifique-se de que suas contratadas não estão extrapolando sua carga de trabalho.
www.fastcompany.com/3038428/the-way-to-close-techs-gender-gap

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